' Se algumas pessoas se afastarem da sua vida, não fique triste. É apenas a resposta da oração quando pedimos: LIVRAI-NOS DE TODO MAL... AMÉM! '
Escrito por Marcio Negreti às 14h54
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Bom dia meu povo, apesar dos nossos defeitos, precisamos enxergar que somos pérolas únicas no teatro da vida e entender que não existem pessoas de sucesso e pessoas fracassadas. O que existem são pessoas que lutam pelos seus sonhos e outras que desistem deles. Aproveitem o dia!
Escrito por Marcio Negreti às 05h09
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"Saiba que seu destino é traçado pelos seus próprios pensamentos, e não por alguma força que venha de fora. O seu pensamento é a planta concebida por um arquiteto para construir um edifício denominado prosperidade. Você deve tornar o seu pensamento mais elevado, mais belo e mais próspero"
(Martin Luther King)
Escrito por Marcio Negreti às 05h09
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' Em todo beco sem saída existe uma passagem secreta ' Tudo começa quando você se questiona sobre as escolhas que tem feito na vida e inicia uma exploração para descobrir "o que você realmente quer". Neste processo, naturalmente, você pára de seguir os sonhos de outras pessoas e começa a explorar sua própria consciência em busca das s...uas respostas. O próximo passo é explorar e descobrir que valores estão embasando esta nova meta (p.ex. felicidade, prosperidade, segurança, liberdade, reconhecimento, paz, serviço ao outro etc.) para começar a sua maravilhosa jornada. Não basta só atingir a meta: além de curtir a jornada, você tem que ser feliz quando chegar lá!
Em seguida, você precisa aprender a montar um planejamento para alinhar sua vida pessoal e profissional com este novo objetivo e começar a agir em direção a ele. Pequenas ações todos os dias fazem o trem da sua vida começar uma curva suave em direção da meta que você quer atingir. É um trajeto gostoso, com muitos sonhos e desafios e uma emoção permanente a cada escolha.
Apenas tome cuidado com escolhas que façam curvas acentuadas! Investigue, aprofunde, perceba o impacto nas várias áreas da sua vida, nos seus valores. Uma curva de 90 graus pode descarrilar o seu trem! Ao longo da jornada, você poderá fazer escolhas que o levem, aparentemente, a becos sem saída. Estas são oportunidades que podem ser interpretadas, basicamente, com dois pontos de vista: o da vítima ou do protagonista. O ponto de vista da vítima é o caminho das justificativas: você provavelmente vai sentir uma sensação de fracasso, vai tentar culpar alguém e sentir raiva por estar nesta situação. A raiva cria uma falsa sensação de alívio, mas com o passar do tempo, só resulta em mágoas e ressentimentos. Você se sente impotente para fazer as mudanças que precisa para colocar sua vida de volta nos trilhos. O ponto de vista do protagonista é onde você aprende e supera o desafio. É o momento de se fazer a seguintes perguntas:
O que eu posso aprender com isso? Esta exploração vai ajudá-lo a reduzir as chances que esta situação se repita. Que recursos eu deixei de utilizar? É hora de ser honesto consigo mesmo(a) e saber quanto da sua capacidade de trabalho, relacionamentos, aprendizagem, tempo etc. você realmente investiu. No que você pode melhorar? Que pistas eu ignorei? Aqui você pode descobrir sensações, crenças, padrões, hábitos e atitudes que podem estar sabotando seu comprometimento pessoal. Estar alerta é fundamental! Se você optar por explorar estas situações em busca de aprendizado, responsabilidade pessoal e flexibilidade, além de reduzir as chances que elas se repitam, você certamente encontrará uma saída. Acredite: quando você assume responsabilidade por suas escolhas, em todo beco sem saída existe uma passagem secreta!
"Decida ser Feliz!"
Escrito por Marcio Negreti às 05h07
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Escrito por Marcio Negreti às 14h51
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Venha aqui e coloca tua mão no meu peito: consegue sentir a revolta das marés? Não há mais sons que preencham essa noite, por isso ando explodindo carros com coquetéis molotov cheios da fúria que recolho nas sarjetas Venha aqui e coloca tua mão no meu peito: consegue sentir o coração cansado? O silêncio rasgou a face da noite, o sol anda rondando, todas as cabines telefônicas estão estilhaçadas ecos de canções ricocheteiam no vazio dos prédios Venha aqui e coloca tua mão no meu peito: consegue sentir que não há mais nada a dizer? Por isso caminho nas sombras, mesmo à noite, escondo meu rosto do teu sorriso, descanso no meio fio da cidade em chamas
Escrito por Marcio Negreti às 15h28
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Como segurar um amor Uma senhora e sua filha estavam caminhando pela praia. Num certo ponto, a menina perguntou à sua mãe: - Mãe, como se faz para manter um amor? A mãe olhou para a filha e respondeu: - Pegue um pouco de areia e feche a mão com força... A menina assim fez e reparou que quanto mais forte apertava a areia com a mão, com maior velocidade a areia escapava pelos seus dedinhoss. - Mamãe, mas assim a areia cai! A mãe lhe disse: - Eu sei... Agora, abra completamente a sua mão! A menina assim o fez, mas veio um vento forte e levou consigo a areia que restava em sua mão... - Assim também não consigo mantê-la na minha mão, mamãe!!! A mãe então respondeu-lhe: - Agora, pegue outra vez um pouco de areia e mantenha a sua mão semi-aberta, como se fosse uma colher... bastante fechada para protegê-la, mas bastante aberta para lhe dar liberdade! A menina experimenta e vê que, dessa forma, a areia não escapa de sua mão e está protegida do vento. Então, sorridente, sua mãe lhe explicou: - É assim que se faz para segurar um amor: proteja-o, cuide-o, mas com liberdade! 
Escrito por Marcio Negreti às 00h48
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Coisas da vida Já acreditei em pessoas que não valiam a pena, já deixei de acreditar nas que realmente valiam... Já deixei de falar o que penso para agradar uns, já falei o que não pensava para magoar outros... Já fingi ser o que não sou para agradar uns, já fingi ser o que não sou para desagradar outros... Já caí inúmeras vezes achando que não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando que não cairia mais... Já escondi um amor com medo de perdê-lo, já perdi um amor por escondê-lo... Já expulsei pessoas que amava de minha vida, já me arrependi por isso... Já liguei para quem não queria apenas para não ligar para quem realmente queria... Já corri atrás de um carro, por ele levar alguém que eu amava embora... Já amei pessoas que me decepcionaram, já decepcionei pessoas que me amaram... Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse... Pense nisso 
Escrito por Marcio Negreti às 00h47
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Eduardo Souto Por Gisela Andreata
Eduardo Souto pode não ser muito conhecido do grande público, mas com certeza você já ouviu um de seus trabalhos. Autor do “Tema da Vitória”, composição que marcou tanto a carreira de Ayrton Senna, o músico bateu um papo com o site.
Atualmente trabalhando com jingles e fazendo alguns trabalhos com artistas como Kiko Zambianchi, Eduardo faz uma revelação. A música tocou pela primeira vez no GP Brasil de 84, na vitória de Alain Prost.
O que muita gente também não sabe ou não se lembra é que o “Tema da Vitória” embalou muitas conquistas de Nélson Piquet, mas só ficou famoso com Ayrton Senna. Orgulhoso de seu mais famoso trabalho o compositor só lamenta não ter conhecido o tricampeão pessoalmente. Confira a entrevista completa:
Como surgiu o “Tema da Vitória”?
Na época eu trabalhava na TV Globo e tinha essa função de fazer vinhetas. Surgiu então a idéia de sonorizar todas as etapas de uma corrida de Fórmula 1, desde o aquecimento, a largada até a vitória. Porém, o mais urgente era fazer uma música para as vitórias, não importava se fosse de um brasileiro ou não. Essa música foi pedida para ser tocada no GP Brasil de 84. O vencedor desse ano foi o francês Alain Prost.
Depois, com a ascensão do Nélson Piquet na categoria, a Globo passou a utilizá-la em cada prova vencida por ele. O curioso é que o Tema da Vitória só passou a ser conhecido com o Senna. O Piquet foi tricampeão e ninguém deu muita importância. Só com o Ayrton ela ganhou uma dimensão incrível.
Todo mundo me perguntava onde poderia encontrar a música e ela foi lançada em CD em 94, muito tempo depois.
Por que você acha que a música só ficou conhecida com o Senna?
Acho que foi pelo carisma dele, pelo estilo pessoal que ele tinha. Porque o Piquet foi um grande piloto e também tricampeão. O Senna reagia como o mais simples dos mortais, mas com uma obstinação fora do comum. Ele só pensava em vencer. Quando ele perdia, ele ficava alucinado. O Piquet não deixava isso transparecer tanto e era um pouco mal-humorado. O Senna significava a nossa luta de cada dia pela sobrevivência.
Você chegou a ter algum contato com o Ayrton Senna?
Infelizmente, eu nunca me encontrei nem falei com o Senna. Como todo mundo, eu tinha uma profunda admiração por ele e pela garra e obstinação que ele tinha. Sempre falo que o Nélson Piquet teve a mesma música de fundo e a música só ficou famosa com o Ayrton. Ela passou a ter a cara do Senna, passou a ser o tema dele. Ele vibrava com cada conquista, esbravejava quando tinha um problema. Eu me lembro de matérias com ele assoviando a minha música.
Você gosta de Fórmula 1?
Eu sempre acompanhei a F1 desde a época do Émerson Fittipaldi. E era um prazer enorme assistir às corridas do Senna e no final poder ouvir a minha música tocando para ele. Para qualquer artista, o reconhecimento do trabalho é a melhor parte.
Como foi a sua inspiração para fazer a música?
Eu gostaria de dizer que estava num lugar maravilhoso buscando inspiração para criar essa música. Mas não foi nada disso. Como eu fazia muitas vinhetas por semana, foi mais uma encomenda. Então, eu tive que criar na hora. Do momento do pedido até a hora de sentar no piano, eu fico pensando nisso o tempo todo. No banho, na hora do almoço e no trânsito.
Numa segunda-feira, cheguei ao estúdio cheio de sono e sentei no piano para compor. Às 9 da manhã saiu. Eu comecei com a famosa introdução e saiu tudo de uma vez. Às 5 da tarde estava tudo gravado e pronto.
”O Tema da Vitória” se tornou um cartão de visitas no seu trabalho? A música te trouxe reconhecimento?
Sem dúvidas. Principalmente na publicidade.Quando a música começou a fazer sucesso, recebi vários pedidos para que ela fosse utilizada em diversos comercias. Porém, naquela época a música era exclusiva da Globo. O que acontecia era que as agências passavam a me pedir para fazer algo parecido. Virou uma referência. O "Tema da Vitória” e do Rock in Rio foram os meus trabalhos de maior destaque.
Muitas pessoas acham que essa música tinha que ser só do Senna e não ser mais tocada. O Rubinho venceu ano passado na Alemanha e a música voltou a ser tocada. Qual a sua opinião?
Antes eu ficava em dúvida sobre esse assunto. Um pouco depois da morte do Ayrton começaram a pensar nisso. A Globo até me pediu para fazer uma música nova, mas eles não a utilizaram até o momento. O Senna marcou muito essa música.
Escrito por Marcio Negreti às 17h35
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Temos todos duas vidas. Uma é a que você sonha, e a outra é a que você vive.
Cada vida tem o seu substancial que a difere. Numa das vidas você não tira os pés dos chãos, já nessa outra vida que você tem você não tira os pés das nuvens. Assim como qualquer pessoa na face da terra você também tem seus dias, que às vezes demoram a passar, mas ao se deitar na cama, ou talvez mesmo durante o seu dia, você 'foge' para essa outra vida que não é a real. Essa outra vida é a que nos faz planejar, esquecer e apreciar até onde a nossa mente pode nos levar, ela é também uma vida que deixa a nossa vida, a real, mais leve, mais suportável e transparente. Todos têm o dia-a-dia, que nos desgasta, consome e enfraquece, mas também temos dias revigorantes, que com orgulhos muitos, ou poucos de nós podem dizer que foram fechados com chave de ouro, e caímos na cama, fechamos os olhos, e voltamos a outra vida, a vida da imaginação, de poder reviver mesmo que por alguns segundos, minutos ou horas, em sonhos aquilo que nos foi de maior agrado. A vida dos sonhos é de uma simplicidade irreal, propriamente dita. A vida real parece menos colorida, menos alegre, menos qualquer coisa se comparada com a sua vida imaginável. Mas é a vida que eu e você temos de viver. Mesmo se você é capaz de sonhar, você também é capaz de viver. Você tem apenas que intercalar essas duas vidas, separando sem separar, o real do irreal. Montando o que podemos chamar de partes que completam em distintos momentos um mesmo objetivo. Qualquer um pode sonhar, mas os sonhos precisam da vida real para existir, sem um não há outro. Ninguém, consegue chorar por fora e sorrir por dentro. Ninguém consegue tocar algo imaginável e sentir como se fosse real. Concilie a duas vidas. Quando sonhamos vivemos o que queremos, mas nada é real. Quando acordamos, a tal vida que estávamos se vai como bolhas de sabão no ar. A vida que realmente queríamos se desfaz. É impossível apenas de sonhos vivermos. Sempre se é novo ou velho demais para deixar viver os seus sonhos. A vida é tudo o que fazemos dela. 
Escrito por Marcio Negreti às 09h36
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