NÃO DEIXE SEUS SONHOS MORREREM

Olá caros(as) amigos(as),

Nunca falei de mim aqui no Blog, mas hoje teremos mais um dia muito importante, entramos em estúdio com nossas próprias pernas e essa mensagem que recebi vêm de encontro ao que vivo nesse exato. É impossível deixar de acreditar em algo em que você devote tempo, paciência, dedicação e comprometimento. Sei que por um lado perdi alguns casamentos de amigos e parentes, algumas festas, viagens, porém eu sei que no balanço final valerá a pena. Porque não foi em vão!

Boa leitura

"Não se conforme em deixar de querer os seus sonhos realizados! Tudo o que estiver na sua mente e no seu coração como um grande anseio um dia se materializará. Não deixe que pensamentos negativos o abatam e não permita que opiniões alheias o desanimem. Siga sua vida como vier, procurando estar atento às oportunidades que surgirem e tente não estar sempre amedrontado, sem querer ousar.

O medo paralisa as nossas ações e nos deixa incapazes de qualquer reação construtiva. O futuro, que é o minuto seguinte, está sendo construído neste instante. Vivendo com alegria e paz, procurando fazer o bem a todos e tentando não prejudicar ninguém, terá uma colheita farta de benefícios, logo adiante.

Sempre encontramos no caminho pessoas que se dizem amigas mas que nos desestimulam nos grandes e verdadeiros avanços. Muitas são frustradas, derrotadas pela vida e não gostariam de nos ver lutando com persistência pelo que acreditamos e queremos.

Os pensamentos sombrios já fazem parte de suas vidas e daí não sabem como sair. Procurando acreditar na existência do que é bom, bonito, verdadeiro, você pode deixar de se decepcionar tanto com os desastres da vida. Eles são passageiros, vêm e vão como as marés e modificam-se rapidamente, como as nuvens.

Os amantes se vão mas o Amor sempre é. A essência de tudo é imutável e eterna. Busquemos chegar sempre mais e mais perto do que é verdadeiro para que não nos decepcionemos tanto com os bloqueios e obstáculos inevitáveis e constantes que encontraremos em nossos caminhos.

Para além das nuvens, do céu nublado, aparentemente sem luz, está o Sol e sempre esteve lá. Na vida tudo depende muito de como vemos os fatos. É preciso não supervalorizarmos o que é transitório, buscando nos concentrar naquela parte que é verdadeira, constante, imutável.

O que tanto nos aborrece agora pode vir a ser uma fonte de felicidade no futuro. Muitas de nossas amizades mais queridas não nos pareceram sequer simpáticas quando as conhecemos. Alguns acontecimentos que nos magoaram tanto quando aconteceram provaram ser uma porta de grande abertura para nossas vidas. Logo, devemos tentar não levar muito a sério os aborrecimentos. Tudo passa...

Nesta mutação constante, também somos mutantes. Nossas opiniões se transformam, nossa visão também. É importante não deixar de estarmos conscientes disso para que nos preparemos para as transformações. Para que não prometamos coisas aos outros, ou a nós mesmos, que talvez não possamos cumprir.

Entregar-se à vida e vencer o medo são atitudes imprescindíveis para que vivamos em paz e felizes!" (por Maria Cristina Fraga Tanajura)

Certa vez li um outro texto sobre acreditar em sonhos e chego a conclusão que o futuro pertence àqueles que acreditam na beleza dos sonhos. Pensem nisso!

Marcio Negreti
http://negretti.zip.net



Escrito por Marcio Negreti às 09h35
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*LIVRE-SE DO SENTIMENTO DE CULPA*



É muito importante que nos libertemos das culpas, principalmente as que se
referem aos nossos pais; tanto das culpas que atribuímos a eles, como as
que assumimos por termos ou não termos feito algo por eles.

*"Culpa é instalada pela dúvida, inconsciente, entre sermos o que
realmente somos ou sermos como gostariam que fôssemos"*

Do contrário, podemos repetir alguns conflitos que foram vividos na
família, em nossos relacionamentos afetivos. Isso acontece porque todos
nós tendemos a repetir, quando adultos, alguns padrões de comportamentos
que tivemos na infância com o objetivo inconsciente de dissolver esses
conflitos, principalmente se nos culpamos de algo. Quando não conseguimos
com nossos genitores, tentamos com nossos companheiros.

Enquanto não identificamos esses conflitos familiares, iremos
repetindo-os. Por isso é preciso reconhecer nossas feridas sem fugas para
não repetirmos os mesmos padrões que tanto nos machucam. Há casos em que o
inconsciente busca a reparação pela culpa, como por exemplo, uma criança
que incentivou a mãe a se separar do pai por ser maltratada e quando se
torna adulta não consegue se separar, como se quisesse reparar o mal que
acreditou ter feito ao pai.

Ou seja, *a culpa por algo que fizemos ou deixamos de fazer ainda crianças
pode se perpetuar e nos trazer muitos conflitos, pois o inconsciente pode
buscar repetir o mesmo padrão ou reparar algo que acredita ter feito.*



É comum pai e/ou mãe desejarem impor suas vontades aos filhos ao fazer com
que se sintam culpados, e para alcançar isso recorrem à autoridade, poder,
repressão, manipulação, cobrando que tenham atitudes conforme seus
próprios valores, ignorando muitas vezes a individualidade de seus filhos.

É certo que alguns filhos exageram em seus comportamentos e também não
respeitam seus pais; mas sabemos de muitos casos onde os pais não
respeitaram seus filhos desde pequenos e depois, quando estes são adultos,
são cobrados pelo respeito que sequer receberam.

O mesmo podemos dizer em relação a carinho, atenção, cuidado e amor.
Quantos pais não deram nada disso a seus filhos e depois esperam receber?
Quantos pais deram a seus filhos a indiferença, o desprezo, a rejeição, o
abandono e depois de anos desejam receber atenção, cuidado e amor? Como
retribuir o que nunca foi recebido? Quantas culpas são geradas por essa
cobrança interna por não conseguir dar o que não se teve? Mas será que
esses pais tiveram dos pais deles? Ninguém dá aquilo que não tem. Como
culparmos nossos pais por aquilo que não nos deram, se eles próprios não
receberam e nem tiveram informações ou condições suficientes para mudarem
a maneira de agir?
(continua)

Escrito por Marcio Negreti às 09h20
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Da mesma forma, como podemos nos culpar quando não conseguimos dar o que
também não tivemos? Não podemos nos culpar e nem culpá-los, mas podemos
procurar entender toda essa dinâmica e aos poucos ir dissolvendo as culpas
através do longo processo da compreensão e principalmente do perdão.


*Origens da insegurança*

*Muitos pais geram adultos inseguros pelo excesso de zelo e preocupação,
desdobrando-se em cuidados e atenção. A superproteção, onde o lema é 'para
seu próprio bem', na verdade faz com que quem esteja sendo cuidado
sinta-se incapaz de cuidar de si mesmo, pensar, realizar seja o que for,
comprometendo assim sua auto-estima.*



*É preciso muito cuidado para não dar ou realizar algo que é de
responsabilidade e competência de outra pessoa, evitando assim que se
sinta incapaz e se culpe por não conseguir. E isso acontece com muita
freqüência em muitos relacionamentos, não só entre pais e filhos, mas
entre casais.*

*Quando há superproteção, na verdade, está se subestimando a capacidade do
outro, como se ele não a tivesse, ou ainda, para compensar a falta de
amor, pelo outro ou por si mesmo. A proteção em excesso não traz
crescimento algum.

Superproteger é muito diferente de ajudar o outro a crescer, que requer
acima de tudo respeito. Nem todos os pais respeitam seus filhos,
independente da idade. Em muitos casos resolvem por eles, decidindo o que
devem fazer, falar, sentir e se não corresponderem ao que é esperado,
inevitavelmente serão culpados.

É evidente que não estou me referindo aos filhos ainda pequenos, apesar de
que, estes também devem ser ouvidos e suas opiniões consideradas. Afinal,
as relações entre as pessoas são baseadas na troca, seja de energia,
carinho, afeto, amor. E quando um só lado decide, não há troca.*

*Alguns de nós aprendemos desde cedo que devemos ser responsáveis pela
felicidade do outro, o que também pode causar muitos conflitos nas
relações. É muito comum o pai, muito mais a mãe, acreditar ser responsável
pela felicidade de seu filho, gerando muitos conflitos e culpas, pois nem
sempre o que é ser feliz para uma pessoa será para outra.

Podemos sim fazer o outro mais feliz com nossas atitudes, mas isso não
quer dizer que sejamos responsáveis por sua felicidade eternamente, pois
isso compete a cada um de nós.**

**Presenciamos por anos mães abrindo mão de suas coisas, seus valores,
suas vidas. Quantas vezes ouvimos sobre o quanto fizeram e,
principalmente, o quanto deixaram de fazer por seus filhos?*

* *

*Quantos pais não dizem aos filhos que quiseram se separar, mas não o
fizeram por eles? Como não sentirmos culpa diante de tanta dedicação? Essa
ilusão em sentir-se responsável pela felicidade do outro, leva
inevitavelmente a controlar, acusar, cobrar, produzindo a culpa.
Desenvolvem-se assim, relacionamentos doentios, sejam entre pais, irmãos,
amigos, ou nas relações afetivas.*


*Os outros e a culpa*

*Outra fonte de culpa é quando supervalorizamos o que outras pessoas falam
e pensam sobre nossas atitudes, principalmente nossos familiares. Estamos
sempre buscando reconhecimento, aprovação e querendo agradar, apesar de
que muitas pessoas não percebem essa busca. E há sempre quem nos julgue,
dê opiniões, mesmo quando não a pedimos. Enquanto permanecemos fazendo o
que outras pessoas esperam que façamos para agradá-las, em virtude de
nossa falta de amor-próprio, continuaremos dando-lhes oportunidades de nos
julgarem.*

*Quem tem a necessidade de ser constantemente aprovado, reconhecido, acaba
por ficar sempre na dependência de alguém e quando não é aprovado, se
culpa por não ter conseguido corresponder ao que esperavam dele. Ou seja,
quanto mais nos culpamos por não sermos como gostariam que fôssemos, e
assim, dignos de sermos amados, mais submissos, fragilizados e dependentes
ficamos. Quanto mais permitimos que nos impeçam de agir e pensar por nós
mesmos, mais nos distanciaremos de nosso próprio desenvolvimento e
crescimento, de nosso verdadeiro eu, o self.*

*É certo que tendemos a nos culpar quando não fazemos algo por nossa
família, pelos quais podemos e devemos colaborar, mas conforme a nossa
vontade e afinidade, dentro da nossa capacidade de fazer ou aceitar; o que
é muito diferente de se submeter à vontade dos outros e ignorar os
próprios valores e desrespeitar os sentimentos, isso não é ajudar, é
perder o amor próprio.*



*Por que a constante busca em agradar, satisfazendo sempre as necessidades
da família, amigos e se culpando toda vez que não consegue satisfazer a
todos? Por que é tão difícil dizer "não"? Na verdade, todos nós estamos
sempre buscando agradar a alguém, para que percebam o quanto somos
bonzinhos, úteis, importantes, e assim, esperamos que nos aceitem, e acima
de tudo, que nos amem e não nos abandonem.*


*No fundo*

*No fundo esperamos que nos amem pelo que somos e não pelo que gostariam
que fôssemos. E isso pode ser a origem de muitos conflitos e culpas. O
conflito é instalado pela dúvida, inconsciente, entre sermos o que
realmente somos ou sermos como gostariam que fôssemos. Se formos quem
realmente somos, não seremos aceitos, pois sabemos que não
corresponderemos às expectativas esperadas e verbalizadas. Se formos como
gostariam que fôssemos, é porque não nos aceitam como somos. Nos dois
casos, não ser aceito implica em não ser amado, e todo o círculo vicioso
se inicia.*

*Nosso inconsciente faz a seguinte leitura: "Não serei amado se for quem
sou e nem serei amado se for como gostariam, porque na verdade não sou eu.
Se não sou aceito e nem amado é porque devo ser muito mau ou devo ter
feito algo muito errado".*



*Conclusão:*

*Culpas e mais culpas. E com a culpa sempre vem junto a autopunição. Por
isso temos tanta necessidade em agradar, para sermos aceitos e amados. E
quanto menos conseguimos agradar, mais nos culpamos. Muitos conflitos e
culpas poderiam ser evitados se 'simplesmente' nos aceitássemos e
aprendêssemos a nos amar. Não é tão fácil assim, mas se analisarmos a
origem de nossas inúmeras culpas e conflitos, podemos aos poucos dissolver
a dor e angústia gerada por situações que já se passaram.*

*É preciso entender que nosso maior objetivo é a evolução, o crescimento,
e ninguém consegue crescer se culpando por não corresponder ao que querem
que seja, pois estará negando seu próprio eu, e onde há conflito, culpa,
não há paz. Pense nisso!*

por Rosemeire Zago

Que vc tenha uma semana iluminada!

Escrito por Marcio Negreti às 09h20
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*FELICIDADE*

Corremos de um lado para o outro esperando descobrir a chave da
felicidade. Esperamos que tudo que nos preocupa se resolva
num passe de mágica. Achamos que a vida seria tão
diferente, se pelo menos fôssemos felizes.

E, assim, uns fogem de casa para serem felizes e outros fogem
para casa para serem felizes. Uns se casam para serem
felizes e outros se divorciam para serem  felizes.

Uns fazem viagens caríssimas para serem felizes e outros
trabalham além do normal para serem felizes.
Uma busca infinda. Anos desperdiçados.

Nunca a lua está ao alcance da mão, nunca o fruto está maduro,
nunca o vinho está no ponto. Sombras, lágrimas.
Nunca estamos satisfeitos...

Mas, há uma forma melhor de viver!

A partir do momento em que decidimos ser felizes, nossa busca
da felicidade chegou ao fim. É que percebemos que
a felicidade não está na riqueza material, na
casa nova, no carro novo, naquela
carreira, naquela pessoa.

E jamais está à venda.

Quando não conseguimos achar satisfação dentro de nós
mesmos, é inútil procurar em outra parte. Sempre que
dependemos de coisas fora de nós para ter
alegria, estamos fadados à decepção.

A felicidade não tem nada a ver com conseguir. Consiste em
satisfazer-nos com o que temos e com o que não temos.

Poucas coisas são necessárias para fazer feliz o homem sábio,
ao mesmo tempo em que nenhuma fortuna satisfaria a
um inconformado. As necessidades de cada
um de nós são poucas.

Enquanto nós tivermos alguma coisa a fazer, alguém
a amar, alguma coisa a esperar, seremos felizes.

Saiba: A única fonte de felicidade está dentro de você,
e deve ser  repartida. Repartir suas alegrias é como
espalhar perfumes sobre os outros: sempre
algumas gotas acabam caindo
sobre  você mesmo.

Na incerteza do amanhã aproveite o hoje para ser feliz!

por Cristiane Moraes



Escrito por Marcio Negreti às 09h19
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